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sexta-feira, 18 de abril de 2008

QUEM SABE?


Quem sabe se quando a noite surgir

Sua ausência me atormente?

Quem sabe se quando o sol brilhar,

Sua presença me desconcentre?

Quem sabe se sua presença ou sua ausência,

Falará mais alto que a indiferença?

Quem sabe se quando sorrir,

A alegria estará presente?

Quem sabe se quando partir,

A tristeza estará ausente?

Quem sabe se quando estiver ausente ou presente,

Pra você serei indiferente?

Quem sabe se quando falar,

A surpresa estará presente?

Quem sabe se quando calar,

A atenção estará ausente?

Quem sabe se quando falar ou calar,

As respostas atormentem?

Quem sabe se o tempo passar,

A beleza estará presente?

Quem sabe se na vida ficar,

A razão estará ausente?


Quem sabe se na vida ficar, se o tempo passar ou se ele parar, se a noite surgir ou sol brilhar, eu possa falar, ou então me calar, que eu possa sorrir ou mesmo chorar, assim mesmo quem sabe se posso viver ou então me perder, e a boca fechar, os olhos abrir, a cabeça a girar, e então prosseguir?...Quem sabe?