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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Frágil inocência



De olhos bem grandes que a todos fascina!

Tão clara e sincera tão pura menina.

Diz sempre o que pensa,

A grande pequena,cabelos ao vento com liberdade,

Mostra a face de Deus traduzindo alegria!


Sua alma tranqüila um dia acordou num mundo instável,

sua alegria hesitou e da criança tão meiga nada restou.

Que mundo é esse,por que transformou?

Era o tempo passando,era a vida girando.

Nem mais tão criança, a menina se foi.


Surgiu outra alma,um pouco mais dura,

Daquela passada, Só restou amargura.

O anjo de luz viu trevas tão fortes,

Sombreou sua pessoa,passou sua sorte.

Uniu-se ao demais na luta voraz,


O espaço ocupado não lhe pertence mais!

O vento é tão forte e não leva a ser livre,

Onde está o seu Deus? que mundo tão triste!

Fugir ou ficar e não mais compreender,

Por que sua luz,não quer acender?


Parada pensando ouviu uma voz,

que vêm lá de dentro,

Curiosidade atroz!

-Tranqüilize sua alma,

Que a luz se acende,

Sua alma é infinita,

A vida é bonita!


))§((O.Paz